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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

QUANDO O MARIDO FICA TRISTE



Tem coisa mais triste do que ver quem você ama triste? E é nesse momento que temos que ser muito mais fortes. 

Esses dias foram bem conturbados por aqui. Ser empresário nesse país é um desafio muito grande, principalmente pra quem faz questão de estar em dia com todos os impostos, encargos, salários de funcionários e não tenta enganar o governo. Mas vou te contar... cada visita da nossa contabilidade é um susto. 

Já estávamos em uma semana "daquelas". Mês de queda das vendas, aumento inesperado da inadimplência e mais uns mil problemas juntos. Normalmente, o marido respira fundo e encara tudo com muito foco - até resolver tudo! Só que nesse dia,  eu vi o meu marido desligar o telefone, fechar o notebook e ir pra cama no meio do dia. Ele tinha acabado de descobrir com a contabilidade que um erro contábil de 2015 (da antiga empresa que prestava serviço para as nossas empresas), nos custaria "dois rins" para arrumar o estrago.

Esperei uns 5 minutos, falei com Deus: "vamos lá resolver esse problema, God!", e fui pro quarto ver meu marido no escuro com o edredom cobrindo até a cabeça. 

Soltei a língua de forma enérgica:

"Amor, o quê que é isso? A gente não é do tipo que vê problema e vai pro quarto chorar, não! Olha pra trás! Olha de onde nós viemos. Olha até onde Deus trouxe a gente. Você vai ficar aí amoado se escondendo do problema? Nós somos o tipo de pessoa que arregaça as mangas e foca na resolução e não no problema! Você tem 5 minutos pra relaxar um pouco e lembrar quem nós somos!"

Saí do quarto e "fechei" com Deus de novo. "Tá vendo aí, Deus? Mostra a saída pra ele. Eu não aguento ver isso não, e agora é só Contigo mesmo!".

5 minutos depois ele saiu do quarto. Sentamos na mesa de jantar e ficamos nos olhando por alguns instantes. Me mostrei disponível pra ajudar e peguei um papel e uma caneta. Começamos a pontuar todas as saídas e a debater sobre todas elas. 

Consegui o que eu queria: ele começou a falar. E falou muito! Ele achou apoio e me viu disponível pra ajudar e não julgar. No fim do dia eu percebi que meu marido só queria um apoio. Queria alguem para dizer: "Tudo bem, amor! Juntos podemos ajustar as coisas e resolver. Você não tem culpa do erro dos outros." A tristeza dele foi não ter reparado no erro do antigo escritório de contabilidade e agora estarmos pagando um preço alto pela desatenção dele. Tudo que ele precisava era de uma atitude de compreensão, sem julgamentos, passando segurança na capacidade dele em resolver mais esse problema. Foi isso que ele encontrou. 

Depois de pontuarmos nossas possíveis saídas, tudo ficou mais leve! 

Quando as coisas apertam, principalmente na área financeira, não cabe o desespero. Se não mantivermos a cabeça fria pra pensar e buscar uma solução, nada vai adiantar. Primeiro temos que assumir nossas culpas, enxergar nossos erros, buscar coragem pra contornar o problema trabalhando duro e manter a nossa fé em Deus inabalável. O Deus que fez milagres lindos na minha vida lá trás, é o mesmo Deus com quem eu conto pra estar comigo hoje! Eu dependo Dele e estou certa de que com muito trabalho e com o coração sempre grato, a vitória é certa!

Seu marido encontra um ambiente de amizade, compreensão e paz dentro do seu lar? Eles precisam muito disso!

Marido tem uma amiga de verdade dentro de casa!





domingo, 25 de outubro de 2015

COMO É SER CASADA COM UM HOMEM EMPREENDEDOR


No fundo, no fundo, todo mundo sonha com uma vida melhor, ganhar mais dinheiro, estudar pra caramba pra ter um bom emprego, talvez casar com um homem rico (sem interesses!), e não se preocupar com as contas que chegam todo mês. Isso não é nenhum pecado, afinal de contas, dinheiro não compra a felicidade mas te leva pra chorar em Paris mas resolve um bocado de pepinos! E como tudo tem um preço, ser empreendedor ou ser casada com um, é um desafio pesado, caro e com muita pressão no lombo.

Quem acompanha o Coisa de Casada desde o início, sabe que nós somos um casal empreendedor (ele mais do que eu, confesso). Contei aqui como foi o início da nossa empresa. Desde o início do casamento sempre inventamos coisas pra ganhar mais dinheiro - pra sobreviver mesmo. Entre muitos altos e baixos, quebrando a cara várias vezes, hoje conseguimos nos estabelecer bem com nossos empreendimentos. Mas o que eu quero compartilhar com vocês através desse texto é o que acontece nos bastidores de um casamento com esse perfil. Como é ser casada com um homem empreendedor. 

1- Ele pensa em negócios 23 horas por dia, 7 dias por semana!
O app mais acessado no celular dele, com certeza, é a calculadora. Quando eu penso que não, tá ele lá fazendo contas. O assunto preferido dele é "como melhorar tal setor", "quem eu preciso contratar", "quanto eu tenho que investir", "onde podemos economizar", etc. Acostume-se! 

2 - Ele enxerga oportunidade em tudo!
Por um lado isso é ótimo, mas por outro lado é assustador, porque se ele se empolgar com a oportunidade que enxergou, ele vai fazer acontecer de alguma forma. Não sei se todo empreendedor é automaticamente um ótimo vendedor, mas o que eu tenho aqui em casa preenche muito bem os dois requisitos e, se ele quiser mesmo ir em frente com um negócio, ele vai conseguir me vender a ideia - e pra todos que estiver em volta.  

3 - Ele se sente responsável por toda a família!
Também é muito bom estar ao lado de um homem que não se preocupa só com a própria casa, mas se preocupa com o bem estar de toda a família. Isso passa uma segurança enorme! O lado ruim é que a carga psicológica fica bem pesada com essa "responsabilidade" que ele se auto impõe. Cabe à esposa ter uma sabedoria gigante pra que isso não vire um problema dentro do casamento.

4 - Um jantar entre amigos pode virar uma reunião de negócios num estalar de dedos!
Existe uma linha tênue entre momentos de folga e trabalho. Olhando de fora até pode parecer bem chata essa ideia, mas essa linha é rompida de forma sutil e naturalmente se chega a assuntos de negócios. É um debate sobre uma nova ideia aqui, uma possível ação publicitária ali ou apenas um network básico, mas esteja preparada pra complementar o discurso e participar do papo - porque não rola de ficar com cara de castiçal enfeitando a mesa, né? Gosto de ser antenada!

5 - Ele não tem medo de investir todas as economias!
Pra mim, essa é a parte mais difícil. Como já passamos por períodos bem difíceis - as famosas vacas magras - nós aprendemos a poupar e gastar menos do que ganhamos. Mas basta aparecer uma boa oportunidade (que às vezes você pode não ter tanta certeza se é tão boa assim!) que ele vai pegar toda a grana que foi juntada com muito suor e vai investir sem dó. Com o tempo a gente aprende a confiar no instinto empreendedor deles, mas é uma adrenalina danada! Aí ele vem com o meu principal discurso: "Pra colher, tem que plantar!", e nessa hora eu fico sem resposta, né?

6 - Ele pode esquecer de relaxar!
Na teoria ele entende que pra render bem precisa de um descanso, ou melhor, de uma temporada de descanso, mas na prática é bem difícil afastar esse homem do trabalho. Ele tem medo de que a empresa não ande muito bem sem a presença dele. Por isso o pensamento "quem eu devo contratar?" é bem presente na minha cabeça também, pois procuramos perfis parecidos com o nosso. E é, realmente, bem difícil confiar a sua empresa - que é como um filho - a uma outra pessoa. Graças a Deus, hoje temos uma equipe bem bacana, só que o ditado prevalece: "É o olho do dono que engorda o boi!". É uma luta! 

7 - Ele espera 100% do suporte da esposa!
Eu explico: em tempos de startup, da fundamentação da empresa, a esposa acaba sendo o braço direito pra ajudar em tudo! Desde carregar caixas, cadeiras e contratar o instalador do ar condicionado, até o atendimento ao público. É bom que entenda do negócio a fundo, tanto quando ele, pois com tanto compromisso assumido, às vezes vai ser necessário assumir o papel dele. E pra não receber um sermão do "chefe" é melhor fazer o serviço bem feito. O engraçado é que eu não estudei as mesmas coisas que ele, mas ele espera que eu entenda de tudo. Me viro! Eu entendo que se estou com ele nesse barco, preciso fazer com que dê certo e, principalmente, preciso que ele sinta confiança em mim pra que tudo flua da melhor forma. Aliviar a carga do marido é aliviar a própria carga! Demorei a entender isso na prática, mas quando ele está mais leve, somos muito mais felizes. 

8 - No final das contas é a esposa que segura a maior onda!
Não tem jeito. Quem participa da intimidade do outro é quem segura os solavancos. É um possível mau humor, é a conta bancária mais enxuta fazendo com que a gente abra mão de certos "luxos". É a preocupação com a alimentação e a saúde do marido que nem lembra de comer. É adaptação da própria agenda baseando-se na agenda dele. Às vezes pode ser necessário renunciar alguns sonhos pra estar ao lado dele, mas é por um bem maior e pode ser só por um tempo.    

A boa notícia é que é um enorme prazer estar ao lado de uma pessoa que trabalha com paixão em algo que realmente acredita. Com o passar do tempo, vendo as dificuldades mais difíceis do início ficando pra trás, vendo o dinheiro entrar, é uma alegria imensa ter participado da construção de um sonho, de um negócio que deu certo. Eu sempre digo que o casal que batalha junto tem uma ligação muito mais forte e um sentimento de parceiragem muito profundo por terem crescido juntos. A vida passa a ter um outro gostinho! E aí quando você olha pra trás, você tem certeza que tudo valeu a pena!

E você? Também tem um sócio do amor e nos negócios?


Marido ultimamente não tem dormido, tem desmaiado! Mas eu tenho muito orgulho dele! =D 

terça-feira, 21 de julho de 2015

"MEU" NÃO, NEM "SEU" - TUDO NOSSO!

Finanças: um dos maiores causadores de estresse no casamento. E esse estresse vai chegando de mansinho. Quando casamos, carregamos uma mala com o nosso estilo de vida ali dentro. Muitos demoram pra virar a chavinha do solteiro pro casado. Não adianta, casar nos leva a adotar novos comportamentos. Agora somos dois. Temos que encaixar uma personalidade na outra, jogar fora alguns costumes que não combinam mais com quem carrega uma aliança na mão esquerda. 


Dar satisfação do que se compra, deixar o outro a par do quanto se ganha, muitas vezes parece uma árdua missão. "Afinal de contas, eu sempre trabalhei e tive o meu dinheiro!". Aí que tá: agora não deve mais existir esse tal de "meu dinheiro, seu dinheiro". Também concordo que ter que "pedir permissão" não é legal, até porque se o dinheiro não é só meu, também não é só dele pra precisar de permissão. O que é muito necessário em relação às finanças do casal é que se tenha um planejamento, pra que os dois saibam certinho pra onde deve ir cada centavo. É preciso, principalmente, ter consciência sobre o que se pode gastar. E é aí que entra o conflito.

O mau uso do cartão de crédito, o salário insuficiente, falta de planejamento, disputa entre o casal pelo controle do dinheiro, dívidas desnecessárias e fora de hora, são algumas iscas da discórdia e, em inúmeros casos, motivo suficiente pro divórcio.

Obviamente, essa também é uma área que exige muito diálogo, muita sinceridade, muita calma, equilíbrio e compreensão, pois não é fácil mexer no bolso do outro e nem é legal quando mexem no nosso. Se é difícil ouvir que está gastando muito, também é difícil ter que chegar ao ponto de falar. Mudar não é fácil mesmo não. Por isso tomamos muitas atitudes erradas quando tratamos de orçamento familiar.

"O que nós precisamos? O que nós queremos? O que nós podemos?" Essas três perguntas são muito importantes pra começar a planejar o orçamento do casal. Pasmem: Tem mulher que não sabe quanto o marido ganha! Tem marido que não sabe quanto a mulher gasta. Como fazer um planejamento assim? Casal que se entende nas finanças, vai longe! A primeira coisa a saber é quanto dinheiro entra. A partir disso, calcular o custo básico, daquilo que não dá pra viver sem: casa, comida, luz, água... E depois, dá pra sonhar junto. Quanto vai sobrar? Vai sobrar??? Então, vamos planejar. O que queremos? Um carro novo? Onde podemos economizar? O que podemos fazer juntos pra conseguir mais renda? 

Você já teve a oportunidade de ter esse tipo de conversa com seu marido? Essas perguntas e essa mudança de atitude, farão com que vocês evoluam financeiramente e como casal mesmo. Duas cabeças pensam melhor. Já ouviu falar que casais inteligentes enriquecem juntos? Tem até um livro com esse nome. 

A Bíblia diz que juntos somos mais fortes, pois se um cair, o outro ajuda a levantar, mas o que temos visto por aí são maridos caídos e esposas que os afundam mais ainda. Ou esposas caídas e maridos encostados. Cadê a mão que ajuda a levantar? Se não tá na hora de comprar um sapato novo, não tá na hora! Ninguém vai morrer. Também vejo muitas esposas ralando sozinhas, emendando um serviço no outro pra sustentar a casa enquanto o marido diz que não tem emprego, mas também não descola o traseiro do sofá. Se procurar acha! Minha mãe sempre diz que só pode escolher emprego quem tem cacife pra isso - quem não tem, trabalha de qualquer coisa. Tenho um amigo que é advogado, mas com a crise do Brasil e a esposa de resguardo em casa, tá precisando se virar nos trinta pra manter o orçamento em dia - tá fazendo freela de garçom até altas horas em restaurante de granfino. 

Já contei que o marido levava bombom pra vender no trabalho, né? Pois é. A gente dança conforme a música. 

- O uso do cartão de crédito

Vejo muita gente se encrencando muito por causa desse pedaço de plástico. Cartão de crédito é uma arma letal nas mãos erradas. Tão fácil passar na maquininha... é como se nem gastássemos dinheiro. "Depois a gente vê como vai pagar!". Se o cartão de crédito já colocou a corda no seu pescoço, eu te sugiro que encare friamente a situação e analise se isso não está afundando o seu casamento. Pare de comprar coisas desnecessárias se você não vai poder bancar depois. Também não use o cartão se depois o dinheiro só der pra pagar o mínimo, pois isso vira uma bola de neve aterrorizante. Esperar o momento certo pra comprar algo é o mais inteligente a ser feito. 

É muito gostoso não ter dívidas. A gente fica leve e o casamento também! É uma sensação ótima.

Eu uso cartão de crédito - na verdade, aqui só usamos o cartão. Mas aprendemos a usá-lo como um aliado. Nunca atrasamos o pagamento, sempre pagamos o valor integral e acumulamos aqueles pontinhos que se transformam em milhas aéreas. Até o pão é comprado no cartão de crédito. Pra isso é necessário tudo que já conversamos: controle, planejamento, moderação nos gastos e consciência. Se você e o marido, assim como nós, conseguem viver em paz com o cartão, considerem-se felizes exceções. É preciso que haja um controle rígido pra que os cartões não controlem - ou descontrolem - todo o planejamento financeiro familiar.

Está muito difícil sustentar a casa. A economia tá um caos pra todo mundo e tudo tá muito caro. Mesmo economizando, o negócio continua feio pra grande maioria das famílias. Nesse caso, não fazer gastos indevidos e levar muito a sério um planejamento é a única solução pra quem tá com o mês maior que o salário.

O casal não deve ter segredos sobre dinheiro. Aliás, deveria aprender a remar juntos o mesmo barco, talvez abrindo uma conta conjunta, pra todo mundo ficar a par de como está o caixa. Os dois devem ser muito comprometidos com o planejamento pra vida fluir. 

Pra finalizar esse texto gigante, só mais um conselho: a sociedade de hoje é muito rápida pra consumir. A gente quer ter tudo, do básico ao totalmente desnecessário - eu também tô nessa, adoro um supérfluo  - mas precisamos ser coerentes com a nossa conta bancária e não perder para as tentações se elas causarem dívidas no final. Não podemos abrir mão do nosso propósito de ficar dentro do orçamento. Precisamos evitar sofrer as tensões que ameaçam o nosso casamento!


P.s.: Pra quem me segue no Snap, o melão estava ótimo! (Se não segue ainda, faz favor de seguir, hunf: karolyneferro)


Marido viajou pra uma reunião e eu tô com saudade! =/  

   



 

 

 

quarta-feira, 10 de junho de 2015

RENDA EXTRA - BIJUTERIAS

Nessa crise financeira em que nós, mortais brasileiros, estamos inseridos, um bom tema pra gente papear por aqui é sobre como ganhar uma rendinha extra, né? Vira e mexe eu faço um post desse tipo. Tirando o post que fala sobre sexo anal e oral ser pecado ou não (o mais acessado do blog), os posts sobre renda extra fazem um grande sucesso sempre.

E nada melhor pra fazer renda extra do que vender coisas que mulheres gostam. Somos um ser dotado de capacidade pra gastar - é ou não é? Então, que tal canalizar todo esse gosto por compras que nós temos e reverter o quadro ao nosso favor? Você já pensou em vender bijuterias?

Houve uma época, não muito distante, em que eu fazia e vendia muito bem pulseiras de macramê. Essa moda deu uma esfriada e eu fui parando de fazer. Na verdade fui trocando de renda extra também. Enquanto a renda é "extra", ela tem que ser adaptada ao nosso ritmo do outro trabalho - o que constitui a renda principal, pois se não embanana tudo e as duas rendas acabam minguando. Enfim... ganhei um dinheirinho massa enquanto vendia as minhas pulseiras.

Hoje quero falar pra vocês da oportunidade de vender os acessórios da Manuela Britto. Primeiro porque são peças lindas! Segundo porque a qualidade e a variedade são maravilhosas. E terceiro porque o investimento não é tão alto pra iniciar.

Pra ser uma revendedora autorizada Manuela Britto é necessário comprar de dois em dois meses. Pra comprar atacado basta fazer uma compra de no mínimo R$500,00, independente de número e modelo de peças. E o desconto é muito bom pra comprar atacado: Os brincos rendados têm 40% de desconto e as outras peças têm 30%. O pagamento pode ser feito em 3 parcelas no cartão de crédito ou em até 12x pelo Pagseguro.

É bom frisar ainda que essa marca é da minha confiança, e, se não fosse, nem estaria aparecendo aqui no blog! =)

Vamos ver algumas das minhas peças preferidas?

Meus brincos e bracelete by Manuela Britto! Arrasei! =)






Gostou?

Então entre em contato com a Manuela Britto:

manuelabrittoacessorios@outlook.com
Whatsapp: 32 8888-1012 32 8403-9082
Instagram: @manuelabritto_acessórios
Fanpage: Manuela Britto Acessórios


Marido gostou da ideia!



terça-feira, 12 de maio de 2015

IMPÉRIO

Vocês sempre me cobram o post prometido sobre como surgiu a ideia de montarmos uma escola e eu sempre protelando, né? (Beijo Elisa Cambuhy!) Fiquei meio que sem saber por onde começar a contar e como contar. Na verdade, é sempre bem difícil escrever textos quando envolvem outras pessoas além de mim e do marido. Mas, vamos lá!

Vou começar a contar beeeem do inicinho.

Em 2010 nós dois fomos morar em Brasília, minha terra. Já tínhamos um ano de casados. Compramos a nossa casa e ficamos lá por 9 meses. Foi um período muito difícil financeiramente. Nos enrolamos muito com cartões de crédito (pra comer!), pois o nosso salário era praticamente todo pra pagar as prestações da casa. Foi um período de vacas magras e muito trabalho. Já contei sobre essa época nesse post.

Surgiu então uma oportunidade de trabalho muito boa em Juiz de Fora - MG, onde já tínhamos morado no ano anterior. Analisamos a oportunidade, alugamos a nossa casa pra um conhecido e voltamos para Minas de mala e cuia. 

Não deu certo esse emprego. O empregador passou num concurso para juiz e os planos dele mudaram, nos deixando a ver navios. Foi punk!

A nossa única opção foi recorrer à barra da saia da vó Stela. Não dava mais pra voltar pra nossa casa em Brasília, não dava mais pra voltar pro emprego anterior, não dava mais pra fazer nada. Já estávamos enrolados com uns dez cartões de crédito, e ficamos ainda mais perdidos sem emprego. Fomos morar na casa da vó Stela por um tempo, até arranjar alguma coisa pra fazer por aqui. 

Depois de 4 meses parados, procurando emprego de qualquer coisa e sem conseguir nada, a vó Stela teve a ideia de falar pra gente procurar emprego numa escola de cursos aqui da cidade, pois o marido já tinha estudado muito tempo lá e talvez pudesse dar aulas, já que o currículo dele é bem legal. Fomos. Conseguimos o emprego.  Mas não exatamente para dar aulas. Eles estavam precisando de vendedores. Começamos então a trabalhar juntos na área de vendas da escola e arrebentamos a boca do balão (ainda se usa essa expressão?). 

Cresci ouvindo da minha mãe que temos que aprender a fazer de tudo onde trabalhamos. Ser curiosa e pró-ativa. Fazer além do trabalho proposto e não ter medo de trabalhar. E foi isso que fiz. Aprendi a administrar tudo. Nossos chefes podiam viajar por meses, que sabiam que a empresa deles estava em boas mãos. Trabalhávamos como se aquele lugar fosse nosso e prosperamos ali.

Não tínhamos salário fixo. Tínhamos que vender muito pois recebíamos comissão das vendas. Isso foi assustador no primeiro mês, mas com o nosso primeiro salário, quitamos todas as nossas dívidas (recebemos o esperado para um ano inteiro). Então nos apaixonamos pela tal da "comissão sobre vendas", afinal, se eu vou receber de acordo com o meu trabalho, eu vou trabalhar pra caramba pra, literalmente, fazer o meu salário. Então foi isso. Não tinha sábado, nem domingo, nem feriado, muito menos hora pra sair do trabalho. 

Em contrapartida, andávamos a pé. Estávamos ganhando bem, mas não nos deslumbramos com aquele salário legal. Até porque no mês seguinte tínhamos que começar tudo do zero outra vez, e se as vendas não fossem boas, o mês anterior cobriria as despesas do outro mês. Amigos falavam que nós éramos doidos de não termos carro. Falavam que tínhamos que "curtir" um pouco o dinheiro que ganhávamos. Mas nós sabíamos os perrengues que já havíamos passado e não queríamos viver aquilo outra vez. 

Dois anos depois, o marido teve a ideia de expandir a escola pra outra cidade. Conversamos com o nosso chefe e ele achou a ideia boa. Negociamos pra que a nossa comissão aumentasse de 3% pra 10% (já que o trabalho aumentaria mais ainda) o que seria sensacional.  Mexemos os nossos palitos e arrumamos tudo pra levar a escola pra essa cidadezinha. Na hora H, o patrão desistiu. Disse que não queria mais mexer com isso. O marido deu uma desanimada total com o balde de água fria e aí as coisas começaram a ficar difíceis pra gente. 

Pensamos muito sobre isso por alguns dias, pois apesar do chefe ter desistido da ideia, já tinha data marcada para começar as aulas na nova cidade. Já estava tudo pronto e, com as datas de eventos de divulgação agendadas, a gente tava ficando sem saída. Marido já tinha até almoçado com prefeitos de outras cidades, secretários de educação e articulado parcerias. Foi aí que decidimos encabeçar a coisa sozinhos, já que ele tinha desistido, e pedimos demissão. Foi uma decisão difícil de ser tomada, pois a nossa vida financeira estava boa e largar tudo pra começar uma coisa nova era assustador. Mas Deus esteve conosco e tivemos a coragem necessária para "largar o osso". 

Somos muito gratos pelo tempo que passamos nessa outra escola. Aprendemos muita coisa. Fomos acolhidos, juntos, numa hora muito difícil. Mas o nosso tempo ali acabou. 

Então montamos uma turma de Administração, em parceria com a prefeitura de uma cidadezinha vizinha. As aulas eram ministradas em uma sala de aula da escola municipal e o nosso investimento era só comprar um datashow. Matriculamos uns 30 alunos e contratamos um professor pra ministrar as aulas ali uma vez por semana. Gostamos dessa "brincadeira" e com esse histórico bacana de parceria com prefeitura, no mês seguinte fechamos mais 9 parcerias com outras 9 prefeituras. Em dois meses o nosso negócio já estava em 10 cidades! Já tínhamos uns 400 alunos, pagando mensalidade pra gente. Já não vivíamos mais de 3% do que produzíamos, mas com 100% (claro que tirando os custos da empresa, que ficaram incrivelmente enxutos com o plano de negócios que meu marido administrador fez). 

Tínhamos dinheiro guardado da época da outra escola, mas era o nosso único dinheiro certo e não queríamos arriscar nada com ele. Então foi com o lucro dessa iniciativa nas cidades vizinhas que juntamos dinheiro pra montar a nossa sede, um ano depois, aqui na cidade em que moramos.

Nós sempre fomos muito organizados com as finanças. Até mesmo na época das vacas magras, quando nos penduramos em cartões, eu tinha a impressão que o marido fazia malabarismo com os cartões pra dar conta de tudo. E foi um grande aprendizado. Aprendemos a viver com o pouco na marra, e depois que a crise passou, conseguimos viver gastando menos do que entra. Foi isso o que nos fez chegar mais longe.

Hoje temos mais de mil alunos ativos por ano (na escola sede) e estamos montando uma nova escola grande (com uma estrutura ainda maior que a primeira) em outra cidade (desta vez, sem parceria com prefeituras). Isso tudo só foi possível por causa de tudo que abrimos mão. Saber economizar é essencial quando se quer chegar mais longe. É claro que não é fácil abrir mão do que a gente gosta, de um conforto, como andar de carro e etc... O interessante é saber dosar e se presentear de vez em quando. Hoje temos metas muito bem definidas na nossa mente e, a cada meta alcançada nos presenteamos com algo que queremos ou precisamos como decorar a casa, trocar de carro, comprar alguma coisa mais cara... Outro detalhe que eu acho imprescindível nessa caminhada é saber olhar pro próximo. Ajudar quem precisa de ajuda é essencial pra gente crescer como pessoa, como servos de Deus e até financeiramente, pois o que vai, volta!

Outro dia uma pessoa me falou que eu estava muito "exibida mostrando só look com roupa cara, a casa toda chique e etc..." e acho que esse é um post pertinente pra dar uma resposta (que ainda não foi dada). Antes de tudo, é bom lembrar que a gente tem o que pode ter, e do mesmo jeito que eu saí do nada, você também pode sair e chegar muito mais longe do que eu. Tô me usando como referência só porque eu que tô escrevendo o texto, mas eu ainda estou longe de onde quero chegar. É só batalhar que se alcança pois Deus é justo e só te dá o fruto do que você planta. Eu não uso só roupa cara. Eu adoro uma liquidação e tenho lojas parceiras que me presenteiam com roupas e sapatos por causa do blog. Isso é o de menos. Agora o mais importante do meu lado "exibida" é que, ao meu ver, eu "exibo" um testemunho de vida. Eu mostro tudo isso pra motivar pessoas. Muitas leitoras me mandam recadinhos dizendo que quando vêem um look do dia, sentem vontade de se arrumar mais. Quando eu posto alguma coisa da minha casa, sentem vontade de ser mais organizadas, mais preocupadas em manter a casa com tudo em cima. Milhares de mulheres se espelham no meu jeito de cuidar do casamento, da casa, do visual e essa é a minha motivação. Esse é o motivo principal de todo o meu "exibicionismo". Eu mostrei de onde eu vim e para onde eu estou indo. Nunca exitei em falar dos meus momentos de vacas magras, assim como não me eximo de falar das coisas boas. Isso é transparência. Mostro o que sou e falo o que eu vivo e como eu vivo - tendo muito ou pouco.

Às vezes as pessoas acham que a nossa vida sempre foi moleza... Às vezes chegaram agora por aqui (lendo só as postagens mais recentes) e acabam me achando uma "patricinha-metidinha-vida-boa" - como já ouvi. Mas nós temos 6 anos e meio de casados e só agora é que estamos desfrutando de uma casa bonitinha, de um carro maneiro e etc... Foram anos suados, de muita ralação (as leitoras mais antigas bem sabem)!

Então dizer que não tem sorte, que não tem o famoso QI (Quem Indique), que não tem pai rico, que é coisa do acaso e etc, não cola! Nós também não tivemos nada disso. Só tivemos fé, raça e coragem, pois era a única alternativa que tínhamos.

"Não adianta olhar pro céu com muita fé e pouca luta".

Quem quer vencer na vida, mas quer de verdade, cria uma oportunidade!

Espero ter mexido em alguma coisa aí dentro dessa cabecinha, minha cara leitora, pra te motivar a fazer alguma coisa nova pra sair do lugar!


Marido é viciado em calculadora! Fica doidinho pra manter tudo sob controle! ♥


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

LOOK DO DIA - Baratinho!

O look de hoje é look econômico. Eu sempre digo que dá pra andar gatinha sem ter que vender um rim. Lojas de departamento como C&A, Renner, Leader e etc, são uma mão na roda pra produção do dia a dia. Não tenho preconceito nenhum! Só acho que tem que ter um olhar mais seletivo e disposição pra garimpar as peças certas. 


Comprei esse vestido na Leader (de Itaperuna - RJ) e paguei algo em torno de R$70,00. Achei lindo e muito barato! A sandália é da Sonho dos Pés - comprei na liquida e paguei R$39,90 (!!!!!!!). A bolsa, que eu uso quase todo dia, é da Santa Lolla e o óculos da Chilli Beans.  


Essa sandália é linda! Comprei vermelha e nude. 

Gostaram?


Marido olhou e disse: "Cê toma cuidado com esse 'rasgão' aí do lado, viu?!" rsrs

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

NA RIQUEZA OU NA POBREZA - Primeira parte da série "Votos do Altar"

O meu pastor está escrevendo uma série que muito nos interessa: Votos do Altar. É a cara do CDC! Já amei a primeira parte, por isso vou compartilhar com vocês e, assim que ele for me mandando as outras partes, publico aqui (provavelmente uma por semana). Tenho certeza que vai nos edificar muito!


#fail


"Hoje começo uma série chamada 'Votos do Altar'. Lembro-me até hoje de uma coisa muito curiosa no primeiro casamento que realizei. Simplesmente nunca tinha visto os noivos antes. Isso aconteceu porque o pastor oficiante da celebração não pôde comparecer, então me ligou para socorrê-lo. Depois disso, já celebrei a cerimônia de tantos casamentos que já perdi as contas. 

Há várias coisas que marcam em uma cerimônia de casamento. A entrada da noiva marca muito. O tapete vermelho, o véu, o olhar apaixonado do noivo, os convidados de pé... tudo numa espécie de reverência ao amor e mistério daquele encontro. Porém, uma das coisas mais marcantes para mim em uma cerimônia são os votos do altar. Trata-se do momento onde dou aos noivos a oportunidade de dizerem, entre outras coisas, as palavras 'na riqueza ou na pobreza, na saúde na doença, na alegria ou na tristeza... até que a morte nos separe'. 

Tratando sobre a primeira expressão 'na riqueza ou na pobreza', lembro-me de uma dessas histórias de casamento. 

Um casal de idosos recebeu um casal jovem em sua casa. A intenção do novo casal era de fazer uma pesquisa para a faculdade sobre o que faz o casamento durar. Nessa visita eles viram que os veteranos cônjuges compartilhavam de tudo. No banheiro, viram uma toalha só, e perguntaram: - Onde está a outra toalha? O casal respondeu: - Compartilharmos uma toalha só desde que casamos. Foram ao quarto e, vendo um travesseiro só, perguntaram: - Onde está o outro travesseiro? A resposta não foi diferente: - Compartilharmos o mesmo travesseiro desde que casamos. Feita a curiosa auditoria em toda a casa e vendo que, de fato, compartilhavam de tudo, os recém-casados foram convidados a um singelo lanche com os highlanders do amor antes de se despedirem. Já sentados, cada um recebeu seu lanche. Foi inevitável notar que o experiente casal compartilhava de um mesmo lanche. Apenas um detalhe muito curioso: só a esposa estava comendo. Então perguntaram já deduzindo: - Vocês também compartilham da mesma refeição desde que casaram, certo? Eles responderam: - Isso mesmo. O nubente universitário se apressou em perguntar ao marido idoso: - Mas por que só sua esposa está comendo agora? O velho respondeu com um sorriso vazio: - É que desde que perdemos os dentes, compartilhamos a mesma dentadura, e nesse caso, primeiro as damas. 

É incrível ver o que o amor faz entre duas pessoas que se amam verdadeiramente. Não há nada que os separe. Há muito casal que começa o casamento tratando o outro de 'meu bem' pra cá, 'meu bem' pra lá. Depois de um tempo e de algumas dificuldades financeiras, o mesmo casal está diante de um juiz dizendo um para o outro 'meus bens pra cá, seus bens pra lá'. Não aprenderam a compartilhar tudo nos momentos mais difíceis. Aliás, muitos casais de namorados pensam que casamento tem que ser a união de duas pessoas prontas. Querem terminar a faculdade, fazer o mestrado, depois o doutorado, comprar a casa, o automóvel, e então marcar o dia do casamento. O que eles não percebem é que tudo isso teria um gosto especialmente diferente se fosse conquistado a dois. Deveriam saber que nunca estaremos prontos para o casamento. É o amor que nos apronta para o outro. 

Saber viver com pouco e continuar juntos não é mediocridade, é amor. É esse amor que une casais pobres que se tornaram ricos, e mantém juntos casais ricos que ficaram pobres. O termômetro do casamento não é a conta bancária, mas o amor. O Apóstolo Paulo, escrevendo para o jovem Timóteo disse que 'o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males; e por causa dessa cobiça alguns se desviaram da fé e se torturaram com muitas dores'. O texto sagrado diz: 'se torturaram com muitas dores'. Há dores agudas quando o mais amado é o que o outro tem, e não o que ele é. O problema então não é o dinheiro, mas o amor ao dinheiro. Quando deixo de amar pessoas para amar coisas, então já não sei o que significa casamento. 

Um casamento feliz é feito de pessoas que sabem viver com dois carros, dois travesseiros, duas refeições, mas se necessário for, estão dispostos a andar a pé, dormir no chão, dividir o mesmo bife, e quem sabe, comê-lo com a 'mesma a dentadura'. Pense nisso. Ame para sempre. Que Deus te abençoe." 
(Pr. Áquila Cabral)


Edificadas? Quantas disseram "eeeeeeeca!!!" depois de ler sobre os velhinhos dividindo a dentadura??? Eu confesso que disse, mas o significado disso é incrivelmente bonito! Muitas vezes tive que dividir um colchão de solteiro com o marido, dividir o banho porque a água estava acabando, dividir um miojo, e já precisei inclusive emprestar a minha escova de dentes pra ele numa emergência. Momentos difíceis ficam mais leves quando vividos com amor e gargalhadas entre o casal. 

Te convido a viver intensamente e verdadeiramente os votos que fez no altar. Tamo junto? o/



Marido me mandou ir escovar os dentes, por precaução! rsrsrs 



terça-feira, 19 de agosto de 2014

OS PRÓS E OS CONTRAS DO CONSÓRCIO IMOBILIÁRIO

Depois de postar na fanpage a minha experiência com consórcio, surgiram mil dúvidas lá no facebook, as meninas me perguntaram várias coisas, então chamei uma amiga expert no assunto pra conversar com a gente sobre os prós e os contras na hora de comprar um consórcio.

Antes da Rebeca ficar com a palavra, quero dizer que, pra mim, o consórcio foi uma coisa bacana, visto que eu tinha pressa em ser contemplada e minha gerente soube me informar o valor exato que eu deveria dar de lance para ter maior probabilidade de êxito. Eu e o marido optamos por esse caminho, pois queríamos comprar um escritório com a finalidade de alugar. O aluguel que receberíamos seria quase o mesmo valor da parcela do consórcio, então nem sentiríamos no bolso. Outro fator que nos fez optar pelo consórcio, é que tínhamos um dinheiro guardado, cerca de 30% do valor da carta de crédito, para dar de lance. Assim fizemos e em seguida fomos contemplados. No final das contas, não conseguimos comprar o imóvel X que estávamos de olho (mas o motivo foi a desistência por parte do vendedor), então ficamos com a carta de crédito intacta até agora, enquanto procuramos um outro imóvel que corresponda às nossas exigências. O lado ruim é que nós mesmo estamos pagando o valor das parcelas (que seriam pagas pelo possível inquilino), mas o lado bom é que a parcela é baixa e não está pesando no nosso orçamento. Ainda podemos usá-la, por exemplo, como entrada na compra de um apartamento. O nosso consórcio foi feito no banco Itaú.

Bom, depois de compartilhar rapidamente a minha experiência, passo a bola pra quem entende do assunto!


Com vocês, Rebeca Nevares! Palmas!!! =)  

* * *

"Olá meninas, tudo bem? 

A Karol a algum tempo postou na fanpage do CDC sobre consórcio de imóveis e me pediu para esclarecer algumas questões! Adorei o convite, pois educação financeira é algo que amo falar! 

Antes de começar, gostaria de me apresentar, meu nome é Rebeca Nevares, sou formada em Comércio Exterior com MBA pela FGV de Finanças com ênfase em Gestão de Investimentos, casadinha e com um baby na barriga! :) 

Esse assunto de consórcio ainda é polêmico, muitos acham vantajoso, outros não, mas o que importa é entender como funciona, comparar com outras opções e a partir daí decidir se essa é a melhor opção para você! 

Então vamos ao básico, o conceito de consórcio, para que possamos entender como funciona toda operação. O consórcio é um grupo de pessoas, que pode ser jurídica ou física, que vão se financiar e contratam uma administradora para isso, ou seja, quem compra um consórcio, financia o outro e é financiado, simples assim, sem o Banco no meio da história. 

Atualmente no Brasil, vivemos um cenário de altas taxas de juros e isso acaba por onerar os financiamentos. Já os consórcios não têm juros, porém têm algumas taxas que você precisa se atentar e pesquisar a opção com melhor custo benefício. A taxa que todos cobram é a taxa de administração, além delas, algumas empresas de consórcio cobram seguro prestamista, que quita a dívida no caso de morte ou invalidez do consorciado, taxa de adesão e taxa de fundo de reserva para casos de inadimplência. Percebe-se que apesar de não ter juros você paga uma série de taxas, então nesse momento é hora de calcular e comparar o que é mais vantajoso. 

O consórcio não é indicado para todo mundo, ele tem o perfil definido, pois para ser contemplado você pode esperar até 15 anos que é o prazo para o término da carta de crédito, portanto se você não tem paciência, não adianta fazer um consórcio. Ele é indicado para alguém que não tem pressa em receber o dinheiro e não tem disciplina para investir sozinho. 

É importante ressaltar que para você ser contemplado no consórcio ou dar um lance, você tem que ter sorte e pode ser sorteado ou o grupo acaba e você é contemplado. Então não é simples assim, se você precisa do recurso, esqueça essa opção, pois ela não tem liquidez! 

Para você ser contemplado por lance, é necessário que faça um lance de 25% do valor da sua carta de crédito, você até pode fazer um valor menor, mas as possibilidades de ser contemplado diminuem bastante! Então, caso queira rapidamente ser contemplado, vá fazendo um investimento paralelo para juntar esse valor e garantindo assim a carta de crédito o quanto antes! 

Algumas vantagens do consórcio é ser bem menos burocrático, o uso do FGTS é liberado desde que tenha cumprido os requisitos mínimos como a contribuição de 3 anos, ter o valor total do imóvel para ter poder de barganha para a compra do mesmo, dentre outras que o vendedor certamente vai te falar. Mas é importante focarmos no que seria a desvantagem para que você possa decidir. 

Antes de adquirir, pesquise sobre a administradora, veja se está no Banco Central e se não tem muitas reclamações no Procon e outros órgãos. Não acredite que você logo será contemplado, não existe garantia nenhuma disso, você pode levar anos para ser sorteado. Se você desistir de pagar as parcelas no meio do caminho, por qualquer motivo que seja, isto poderá ser um problema. Alguns contratos dizem que você só receberá seu dinheiro quando for sorteado, corrigido, porém descontado as taxas. Já o Procon diz que você tem direito ao recurso de imediato, mas isso pode ser que faça você perder algumas horas diante do guichê do Procon. Portanto, se adquirir o consórcio, faça de tudo para permanecer pagando! 

Outra desvantagem é que a parcela do consórcio é corrigida pelo INCC (Índice Nacional de Construção Civil) que é está bem elevado nos últimos anos, isso faz com que estas parcelas fiquem mais cara mês a mês, onerando bastante o cotista. Já o financiamento é corrigido pela TR (Taxa Referencial) que é bem mais baixa que o INCC. Porém mesmo assim o consórcio é mais vantajoso devido à falta de juros, no entanto, e aqui é importante que fique atenta, se você vive de aluguel e está pagando um consórcio, este custo ficará muito mais elevado do que você fazer um financiamento, pois se for contemplado em 10 anos e tiver que pagar aluguel de 10 anos, o financiamento com certeza seria a melhor opção. 

Outro problema é que como você financia pessoas e elas te financiam, se por acaso várias delas começarem a deixar de pagar as parcelas, o consórcio apesar de ter um fundo reserva, começa a entrar em colapso e aí é preciso avaliar em assembléia o que fazer. Então não deixe de pagar, pois você pode prejudicar toda operação! 

Também tem uma questão, se você não tem pressa para adquirir o imóvel e tem disciplina, por que não fazer um investimento e ao invés de pagar taxas ou juros, receber juros e ter muito mais dinheiro no final de 15 anos, como são os consórcios, para adquirir um imóvel? Acho interessante pensar nessa questão, o investimento sempre trará a liberdade financeira, você decidirá o que fazer qual sonho realizar e está se próprio financiando. É a forma mais barata e coerente de realizar qualquer aquisição, que tal tentar?? :) 

Espero que tenham entendido, acho o consórcio muito válido para vários perfis de pessoas, você deve avaliar se ele é válido para você! O mais legal do mercado financeiro é aprender que temos opções de acordo com cada perfil de investidor! Estude, aprenda e descubra o que é melhor para você!"

* * *

Acho que deu para esclarecer muitas dúvidas, né meninas? =)

Valeu Rebequinha! Obrigada por compartilhar seus conhecimentos com a gente!


Marido está em contagem regressiva para apagar as velinhas dia 28/08! ♥ 

terça-feira, 25 de março de 2014

RENDA EXTRA - SAPATILHAS

Quem me acompanha na fanpage, viu que essa semana eu ganhei um montão de sapatilhas. Quase fiquei doida de tanta alegria! Esse amor por sapatos, com certeza, é o amor da maioria das mulheres. Não conheço nenhuma mulher que não ame desfilar por aí com um modelito novo nos pés. Você conhece? Exatamente por isso que é tão bom vender produtos femininos. Mulher compra tudo! 

#regram @karolyneferro

A Nicolly Sapatilhas, além de ter me enviado dez pares, está oferecendo para as leitoras do blog uma oportunidade de renda extra. Eu já venho falando sobre isso por aqui há alguns dias, e essa proposta veio bem a calhar. 

A Nicolly Sapatilhas vende em atacado para revendedoras. Elas têm um preço super acessível e não tem necessidade de CNPJ. A única exigência, é que a revendedora compre no mínimo dez pares. A média do valor de cada par é R$32,00. Eu compraria tranquilamente essas sapatilhas pagando pelo menos o dobro. Então acho que é um bom negócio investir num produto pra ter, no mínimo, 100% de lucro. Sem falar que o investimento é pequeno. 

Pra vocês terem ideia de como é fácil vender, um funcionário da minha escola me viu recebendo o pacotão com as dez sapatilhas. Eu experimentei uma de cada vez e fiquei namorando meus presentes. Ele mais do que depressa falou que queria comprar uma pra dar de presente pra namorada. Eu perguntei quanto que ele me pagaria, e ele ofereceu R$60,00 à vista. Bem, não vendi, mas a oferta foi boa!    

Hoje eu to usando uma delas, com estampa da moda, bem delicadinha, leve, confortabilíssima!


Os modelos são lindos, e o melhor, a loja está sempre com novidades. Vou mostrar alguns:



Corujinha *-*


Tem vários modelinhos "tal-mãe-tal-filha". Quero a Melissaaaa!

Curtam a fanpage da Nicolly Sapatilhas (aqui) e fique sempre por dentro das novidades!


Marido tá reivindicando espaço pra guardar os sapatos dele! Meus sapatos estão ocupando a casa inteira! :P


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sábado, 15 de março de 2014

PORQUE UM EXTRA É SEMPRE BEM VINDO

 
 
Tenho pensado muito nas meninas que me pedem dicas pra ajudar o marido no orçamento da casa. Afinal, uma renda extra é sempre bem vinda, né? Principalmente quando a mulher opta por ficar em casa por causa dos filhos ou por qualquer outro motivo.
 
Falando sobre isso lá na fanpage do CDC, algumas pessoas me perguntaram o que eu faço pra ganhar uma dinheirinho extra e eu vou compartilhar com vocês.
 
Apesar de ter um negócio próprio junto com o marido, eu tenho meus hobbies. Fazendo o que eu amo, acabo ganhando uns dinheiros. O blog é um deles. Dá pra ganhar dinheiro com o blog? Dá! A criação dele não teve nada a ver com isso e, ainda hoje, não faço dele um "negócio". Mas é um espaço que foi crescendo e ganhando muitos leitores, consequentemente, as empresas querem aparecer exatamente nesses lugares, então é uma forma de ganho já que um espacinho tem valor comercial. "Tudo que você posta é patrocinado?" Não. Esse blog nasceu com o objetivo de falar sobre assuntos que as mulheres gostam e é assim que vai continuar sendo. Se eu tenho uma dica boa pra passar pra vocês que pode beneficiar alguma marca, eu não vou deixar de passar só porque não vou ganhar dinheiro com isso. Se a marca quiser me pagar, e eu gostar do produto dela, fechamos negócio também. Muitas empresas mandam presentes pra blogueiros só pra gente usar e citar o nome deles. Eu adoro e já ganhei vários! Então, criar blog é sim uma forma de ganhar dinheiro, se for original e bem administrado.
 
Por causa desse jeito de trabalhar, eu acabei ganhando uma nova profissão. Sem querer, de repente virei publicitária de algumas empresas. Desde o design gráfico, passando por fotografia e mídias virtuais, eu tenho trabalhado (com salário fixo e tudo!) divulgando umas empresas bem bacanas e tem sido bem legal. Meu conselho pra quem é criativo, é fazer um curso de Corel Draw, Fotografia, Photoshop, etc, pois é uma área muito gostosa de trabalhar e esse trabalho pode ser feito a partir de casa. Seja um convite pro aniversário da vizinha ou um outdoor pro centro da cidade, quem se dedica nessa área consegue ganhar um dinheirinho - ou dinheirão - bem interessante! 
 
Isso é o que eu faço hoje em dia, mas nem sempre fiz extras só por amor. Já passamos por períodos bem complicados financeiramente e a minha única alternativa era me mexer pra ajudar o marido.
 
 
 Uma vez, o marido estava com o dinheiro no bolso, contadinho, pra pagar a prestação de um carrinho velho que a gente tinha. Algo em torno de R$600,00. Estávamos com uma viagem marcada pra Brasília, então resolvi seguir meu faro. Falei com o marido que ia pegar o dinheiro da prestação do carro e comprar tudo de pijamas pra revender em Brasília (moro na terra das confecções de pijamas, então é barato!), e depois, com o lucro, pagaria a parcela com alguns dias de atraso, mas sobraria um bom dinheiro. Foi o que eu fiz. Ele confiou em mim e me ajudou a escolher pijamas lindos pra levar na viagem. Vendi tudo para as minhas amigas candangas! Investi R$600,00 e ganhei R$1800,00. O marido pagou duas prestações do carro ao mesmo tempo e ainda sobrou dinheiro! Lembrando desse fato, deu até vontade de repetir a dose. Acho que vou vender pijamas outra vez! hahahaha =) 
 
Já fiz mais coisas também! Num tempo de aperto, quando estávamos comprando a nossa casa e terminando de construí-la (compramos a casa durante a construção), eu fazia bombom. Eu nem estudava mais, mas ia pra faculdade vender os bombons e o marido levava pro trabalho. Até meu irmão vendia! Era super trabalhoso, mas era bem legal. Vendia tudo! Faculdade é um lugar que se vende muito, mesmo que você não estude nela! Conheço um rapaz que vende bombom de porta em porta. Ele é casado e só faz isso da vida. Ele mesmo fabrica os bombons, que são deliciosos, junto com a esposa. Ele sai vendendo na rua, de escritório em escritório, de loja em loja. Quem olha não diz que ele tem um lucro - líquido!!! - de R$7.000,00 por mês. Ele diz que às vezes uns idiotas (desculpe a palavra, mas não tem outra) o menosprezam, mas ele nem liga, pois sabe que no fim do mês o "trabalhinho sem glamour" bota mais dinheiro no bolso dele do que o dos engravatados que ficam no ar condicionado diminuindo o trabalho honesto dos outros.  
 
Quem tem habilidades manuais também pode ter lucro. E o Facebook tá aí pra mostrar o seu trabalho pro mundo, e de graça. Quem me acompanha há mais tempo, deve lembrar que eu fazia e vendia pulseiras. Eu sempre amei fazer bijou. A vida inteira fiz acessórios pra mim e acabava vendendo tudo na escola e na faculdade. Uso tudo e todo mundo me pergunta onde eu compro. Então eu respondo que eu mesma faço e aí vem aquela perguntinha bem legal: "Quanto você cobra pra fazer uma igual pra mim?", e aí eu dou o valor que eu quero. Eu dei uma parada nas pulseiras que eu fazia por falta de tempo, mas quando vendia no Facebook (até mostrei algumas vezes no blog), cheguei a ganhar mais de R$3.000,00 em um mês. Mandei pulseira até pra fora do Brasil. 
 
Por hora, esse é o meu "testemunho de ralação" que talvez possa dar uma luz pra quem não sabe por onde começar. Espero ter ajudado pelo menos uma pessoinha que seja! =)
 
 
Sempre que eu tiver uma ideia, postarei pra vocês! ;)
 
 
Marido está todo orgulhoso de mim, lembrando de como foi difícil e maravilhoso ter passado por todas as crises financeiras que passamos sem que eu nunca tivesse reclamado. Foram um grande aprendizado! #tudopassa
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

PULSEIRAS NOVAS NA ÁREA!

E 2012 já começa com muita coisa linda! Aproveitei meu recesso, arregacei as mangas e dei início à coleção mais badalada dos últimos tempos, hohoho! Já tem um montão de gente esperando pra ver as novidades da Karol Ferro Collection!!! =)

Deliciem-se sem moderação:

(5 conjuntos em estoque)

(5 conjuntos em estoque)

(5 conjuntos em estoque)


(5 conjuntos em estoque)


(5 conjuntos em estoque)

(1 conjuntinho só - exclusivíssimo!)

(1 conjuntinho só - exclusivíssimo!)

(2 conjuntos em estoque)

Gostaram? Quem quiser encomendar, basta mandar um email pra mim karolyneferro@gmail.com! =)

Elas podem ser vendidas juntas (como na foto) ou separadas (avulsas).
1 pulseira (avulsa) é R$20,00
Conjuntinho de 5 pulseiras (como na foto) R$60,00 - Melhor, né gente!?
Comprando pelo menos 1 conjuntinho, não tem frete pro Brasil.

Vocês devem estar acompanhando pela televisão as devastações e enchentes que aconteceram aqui em Minas, né? Bem, onde eu moro não aconteceu nada, mas os avós do marido foram bem prejudicados. A água subiu mais de um metro e meio dentro da casa deles em menos de uma hora e eles perderam TUDO! Não deu pra salvar nada. O pior de perder tudo, é perder tudo na idade deles... Graças a Deus eles estão bem e a casa continua de pé, apesar de inabitável por algum tempo. Então, como já tem muita gente sensibilizada com a situação deles e não sabe como ajudar, vou reverter toda a receita da venda dessas pulseiras pra ajudá-los a reconstruir a vida. Portanto, ao comprar a pulseira, além de levar muito estilo, vão estar ajudando pessoas que realmente estão precisando!

OBS.: Neste momento todas as formas de ajuda são bem-vindas. Quem quiser ajudar mais de outra forma, é só entrar em contato por email ou pelo Facebook.


Marido que deu essa ideia do bem! =)


#CDCMovies A Boa de Domingo Adesivos Almofadas Amarelo Aparadores Artesanato Augustinho Autoestima Azul Banheiras Banheiros Bege Bijoux Branco Cabelo Casa de Celebridade Casamento Casas Espetaculares Chá de Bebê Chá de Panela Ciúme Closet Coisa de Casado Coisas para Bebês Como agradar o Marido Comportamento Construindo a nossa casa Convite Cores Cortinas Cozinha Divertida Cozinhas Criado-Mudo Curando as Enfermidades do Casamento Curiosidade Decoração Decoração Teen Decupagem Desafio Dia 12 Dia dos Namorados Dia-a-dia-da-Karol Dicas de Beleza Dinheiro Divórcio Dourado Esmalte da Semana Espelhos Estampas Eu indico esse DVD Eu indico esse Livro Faça Você Mesmo Família Festas Fotografia Fotos com Marido Fugindo das Tentações Galochas Girafa Gravidez Home Office Hotéis Iluminação Instas da Semana Karol Ferro Collection Laços Laranjado Lembrancinha Leona Lilás Look do dia Low Carb Luminárias Mãe Maquiagem Marrom Melhore seu Casamento Melissa Mesa Posta Mesas Moda Momento Fofo Do Dia Natal Noivinhos Novidades Objetos Decorativos Organização Panelas Papel Contact Papel de Parede Papo de Amiga Parabéns Marido Paredes Patchwork Paz no Rio Pedidos de Casamento Penteadeiras Pérolas Bíblicas para o seu Casamento Pet Pisos e Revestimentos Pr. Áquila Cabral Prateleiras Prateleleiras Presente Preto Produtos e Marcas Publipost Pulseiras Quadros Quarto de Bebê Quarto de Casal Quarto de Irmãos Quarto de Menina Quarto de Menino Quarto de Solteiro Rapidinhas Receitas Reciclagem Rede Reflexão Relacionamento Renda Extra Rosa Saiu na Fanpage do CDC Sala Sala de Jantar Salas Sapatos Selinho Sexo Sofás Sogra Sorteio Spray Tapetes Turquesa Utilidades Domésticas Verde Vermelho Viagem Vídeo Vintage Votos do Altar